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TRECHO

Trecho que liga Sinop ao estado do Pará está entre as preferências das propostas do PIL

Marcia Jordan

01/08/2014 às 07:01

Trecho que liga Sinop ao estado do Pará está entre as preferências das propostas do PIL

O trecho que liga o município de Sinop (501 km de Cuiabá) a Miritituba (PA) está entre as preferências para análise de autorização de elaboração dos segmentos ferroviários previsto no Programa de Investimento em Logística (PIL). Com cerca de 990 km de ferrovia, caso concluído, o trecho pode ser um novo corredor de exportação do país. 

O Programa de Investimento em Logística tem como objetivo principal providenciar uma rede ferroviária ampla, moderna e integrada, cadeias de suprimentos eficientes e competitivas e modicidade tarifária. A fase de estudo do PIL é, de acordo com o governo federal, o primeiro passo para o processo licitatório, para então iniciar os trabalhos de implantação da ferrovia. E também, tem como objetivo levantar informações complementares para levar os trechos à licitação. 

Ao todo, foram entregues propostas para seis trechos ferroviários, somando 4.676 quilômetros. O maior número de pedidos foi para o trecho entre Sinop (MT) e Miritituba (PA) na BR- 163, de onde são exportados a maior parte dos grãos produzidos no Centro-Oeste. O trecho recebeu 16 propostas dos 19 grupos de estudos. Em segundo ficou o trecho entre Estrela d’Oeste (SP) e Dourados (MS) com 659 km, e Sapezal (MT) e Porto Velho (RO) com 950 km, que receberam 15 propostas. 

O trecho entre Açailândia (MA) e Barcarena (PA), com 457 quilômetros, recebeu 14 propostas. A ferrovia entre Anápolis (GO) e Corinto (MG), com 775 quilômetros, teve 11 proposta. Belo Horizonte (MG) e Guanambi (BA), com 845 quilômetros, recebeu 10 propostas. 

A Portaria que vai autorizar a realização dos estudos deverá ser publicada pelo Ministério dos Transportes no Diário Oficial da União. As empresas responsáveis em desenvolver os estudos para as ferrovias prevista no PIL original (Açailandia-Barcarena, Anápolis – Corinto, Belo Horizonte – Guanambi e Estrela d’Oeste – Dourados) terão seis meses para concluir os estudos. Já as responsáveis pelos estudos previsto de duas novas ferrovias (Sinop – Miritituba e Sapezal – Porto Velho) terão oitos meses para concluir as analises.

 

 

Fonte OlharDireto