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ARGENTINA

Argentina vence nos pênaltis e vai à final

Marcia Jordan

09/07/2014 às 19:18

Argentina vence nos pênaltis e vai à final
Independência, Chiquito! Independência! A Argentina está na final da Copa do Mundo graças a um herói improvável. Um herói que chegou ao Brasil criticado, contestado, e repetiu Goycochea 24 anos depois. No dia em que completam 198 anos de independência, os hermanos bateram a Holanda nos pênaltis graças a Sergio Romero e está na decisão de domingo, contra a Alemanha, no Maracanã. Chamado de Chiquito por ser o mais baixo de  quatro irmãos na infância, o goleiro foi gigante, parou as cobranças de Vlaar e Sneidjer, e deixou qualquer feito de Messi em gramados brasileiros até agora no chinelo. Brasileiros, não teve jeito, eles estão na final – nos 120 minutos, ninguém fez gol na Arena Corinthians neste quarta-feira.

Desta vez, Louis van Gaal não aprontou, não guardou a última substituição para colocar Krull nas cobranças de pênaltis, e se deu mal. O máximo que Cillessen conseguiu foi tocar na bola após chute de Maxi Rodriguez, o derradeiro, que garantiu a Argentina na grande decisão. Em 1990, na Itália, foi outro Sergio, o Goycochea, que parou os donos da casa em outra decisão por penalidades máximas e garantiu os hermanos em outra final contra a Alemanha. A história se repete.

Será a terceira final de Copa entre alemães e argentinos. Em 1986, Maradona garantiu o bi para os hermanos. Quatro anos depois, o futebol coletivo do time germânico comandado por Beckenbauer no banco e Matthaus no campo levou foi responsável pelo tri. Agora, o tira-teima. Messi ou Müller? Romero ou Neuer? Os europeus chegam embalados pelo 7 a 1 no Brasil, jogam melhor, mas a Argentina tem se mostrado o time do improvável, um time de vitórias no fim.

Aos holandeses resta um encontro com o Brasil, sábado, às 17h (de Brasília), no Estádio Nacional da Capital Federal para decidir o terceiro lugar. Um jogo com cara de melancolia para os donos da casa e também para a Laranja, que chegou perto mais uma vez e novamente refugou. Dificilmente a geração comandada por Robben, Van Persie e Sneidjer