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4 chapas disputam comando da UFMT e candidatos são da Capital

Marcia Jordan

29/12/2015 às 09:03

4 chapas disputam comando da UFMT e candidatos são da Capital

a8bb09d54f80cf6eb4627e5b14b78416Quatro chapas concorrem ao comando da Universidade Federal de Mato Grosso. Todas foram homologadas pela Comissão de Consulta e, por isso, já estão em plena campanha pelas unidades para conquistar votos e substituir Maria Lúcia Cavalli Neder. O primeiro turno da eleição está previsto para ocorrer em 16 de março. Conforme o Rdnews adiantou, o grupo da situação “rachou”, por isso, a tendência é que a briga seja acirrada.

Dos pré-candidatos, apenas o ex-reitor Fernando Nogueira, derrotado por Maria Lúcia na eleição de 2012, acabou não entrando na disputa. O vencedor vai administrar um orçamento de aproximadamente R$ 700 milhões. Todos os que registraram chapa trabalham na sede da instituição, que fica em Cuiabá.

Chapas
A chapa 1, sob nome de “Inova UFMT”, é encabeçada pelo professor e doutor João Carlos de Souza Maia, do Departamento de Solos e Engenharia Rural e pela professora e doutora Maria de Souza Rodrigues, do Departamento de Serviço Social, que concorre à vice-reitora.

Denominada de “UFMT + 50”, a chapa 2 é formada pelo professor e doutor Paulo Teixeira de Sousa Júnior, do Departamento de Química, para reitoria, e pelo professor e doutor Sérgio Henrique Allemand Motta, do Departamento de Saúde Coletiva, para vice-reitoria.

Já a chapa 3 é composta, respectivamente, pelos candidatos a reitor e vice-reitora, sendo eles os professores e doutores, Sérgio Roberto de Paulo e Marta Cristina Nogueira. Sérgio é do Departamentos de Física e Marta do Departamento de Arquitetura e Urbanismo. O nome dessa chapa é “Universidade Proativa”.

8b51a54903237694cf20a3d8da9e3967E a chapa 4, sob nome de “UFMT: Diálogo e Ação”, tem como candidatos os professores doutores Myrian Thereza de Moura Serra e Evandro Aparecido Soares da Silva, à reitoria e vice, respectivamente. Ela da faculdade de Nutrição e ele do Departamento de Engenharia Elétrica.
Princípios em Cuiabá.

Municípios

Sérgio defende uma disputa madura e consciente. “Em que as pessoas estejam dispostas a discutir ideias e propostas de uma maneira muito civilizada”. Já Paulo Teixeira acredita em um debate democrático e de participação coletiva. “Nós esperamos um debate de construção do plano de gestão, que está sendo construído coletivamente. Nós esperamos aperfeiçoar esse documento”.

Para a professora Myrian Serra, esse é um momento de extrema importância para a universidade. “É um período em que nós temos a oportunidade de debater e discutir qual é o projeto de universidade que nós defendemos e queremos para a próxima gestão”, comenta

Já João Carlos acredita que essa será uma disputa acirrada. “Nós temos quatro candidaturas, as propostas serão bem discutidas, nós temos boas pessoas fazendo parte das chapas. Mas o que importa nesse momento é a gente ter uma discussão produtiva, objetiva com foco voltado para a construção da universidade”, afirmou.
Eleição

Na eleição para reitoria toda a comunidade acadêmica tem direito a voto. A UFMT conta atualmente com aproximadamente 23 mil alunos, 1,7 mil professores e 1,5 mil técnicos administrativos, totalizando cerca de 26 mil eleitores distribuídos nos cinco câmpus e 17 pólos de ensino à distância.

A eleição na universidade federal é feita por meio de voto direto. Na contagem dos votos, os docentes têm peso 10,2; técnicos com peso 10,77 e alunos têm peso 1. Para não haver segundo turno é preciso que um dos candidatos tenha 50% mais um voto de todos os votos válidos.

Em 2012, Maria Lúcia foi eleita com 59,27% dos votos, enquanto Fernando Nogueira computou 25,17% e Edinaldo Castro e Silva 15,56%.

 

 

Fonte RDNews