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TAQUES

Taques promete concluir 500 obras em MT

Marcia Jordan

11/01/2016 às 21:26

Taques promete concluir 500 obras em MT

e623ed710886f4ed52b4ff6db2a9a805O governador Pedro Taques (PSDB), disse durante entrevista a uma emissora de rádio da Capital, na manhã desta segunda-feira (11), que a Secretaria de Cidades (Secid), deverá lançar nos próximos dias um programa que prevê a conclusão de cerca de 500 obras inacabadas no Estado até o final deste ano.

Para isso será criada uma frente de trabalho que vai percorrer todos os municípios onde houver uma obra paralisada para retomar os trabalhos e entregá-la à população. “Não são obras de vulto, como o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) ou qualquer outra obra da Copa do Mundo de 2014 que também estão paralisadas, são obras mais modestas, uma rua ou avenida inacabada, uma escola fechada para reforma que não aconteceu, um Centro de Convivência de Idosos, enfim, obras que são essenciais para a população, mas, que não são valorizadas”, disse.

O governador destaca que antes de ser um ponto de discórdia entre políticos em período de campanha eleitoral, essas obras é patrimônio da sociedade, é o dinheiro do povo que está ali, sendo desperdiçado. “É preciso acabar com essa história de que um governador não termina uma obra que foi iniciada por um adversário.

Estamos retomando o Hospital Central que durante 31 anos foi só um esqueleto fincado na área do Paiaguás e pretendemos transformá-lo na “Cidade da Saúde”, agregando ali vários serviços médicos e a primeira fase, que nós pretendemos entregar até julho deste ano, vai abrigar o Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Correa (Cridac)”, explicou.

Em seguida, Taques fez um balanço das principais ações do seu primeiro ano de governo e garantiu que, apesar das dificuldades econômicas impostas pela crise que assola o país, Mato Grosso vai continuar investindo em obras.
Disse também que a mudança da data (do dia 30 para o dia 10 do mês subseqüente) do pagamento dos salários dos servidores públicos ainda não está fechada mesmo depois de quatro reuniões entre o Governo e representantes do Fórum Sindical que congrega 23 categorias.

 

 

 

Fonte Folhamax