Mato Grosso, Quinta-Feira, 24 de Junho de 2021
Logo Só Informação
Informe Publicitário
JUÍZA

Juíza nega 3º pedido de prisão contra Silval; empresários também escapam

Marcia Jordan

14/03/2016 às 13:30

Juíza nega 3º pedido de prisão contra Silval; empresários também escapam

silvalDetido preventivamente desde o dia 17 de setembro de 2015, o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) teve outro pedido de prisão negado na segunda fase da “Operação Sodoma” da Polícia Civil deflagrada na sexta-feira (11). Atualmente, o peemedebista está com dois mandados de prisão em aberto.

O primeiro foi autorizado pela Justiça na primeira fase da “Operação Sodoma” e indica cobrança de propina para concessão de incentivos fiscais a empresas privadas. O segundo mandado de prisão é decorrência da “Operação Seven” deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) que apura desvio de R$ 7 milhões aos cofres públicos em uma fraude na compra de um terreno público.

A investigação trata de uma fraude na compra de um terreno de R$ 13 milhões em uma ação liderada pelo ex-secretário de Estado de Administração, César Zilio, preso preventivamente pelos agentes da Polícia Civil. O imóvel teria sido adquirido pelo ex-secretário, em nome de terceiros, com dinheiro de empresas que mantinham contratos com o Estado.

No entanto, a juíza Selma Rosane Santos Arruda negou a prisão preventiva alegando que não havia elementos suficientes para decretá-la. “Quanto ao investigado Silval da Cunha Barbosa, por ora não vislumbro suficientes indícios de que tenha participação neste episódio, de modo que entendo incabível o decreto cautelar, ao menos neste momento da investigação, o que poderá ser futuramente revisto, desde que novas provas assim indiquem”, justificou.

A magistrada também negou pedidos de prisão contra o procurador do Estado aposentado, Francisco Gomes de Andrade Lima Filho, o Chico Lima, que já está preso em decorrência da Operação Seven suspeita de participação em uma fraude na compra de um terreno público que deu prejuízo de R$ 7 milhões ao Estado.Um terceiro pedido negado de prisão preventiva envolve o ex-chefe de gabinete de Silval Barbosa, Silvio César Correa de Araujo, que está submetido ao uso de tornozeleira eletrônica, medida cautelar imposta ainda na primeira fase da Operação Sodoma.

EMPRESÁRIOS

Também foi negada a prisão temporária dos empresários Evandro Gustavo Pontes da Silva (proprietário da E. G. P. da Silva – ME / Intergraf Gráfica e Editora), Antônio Roni de Liz (da gráfica De Liz Ltda) e Júlio Minouri Tisujii (da Webtech Softwares e Serviços Ltda). As investigações apontam que  esses empresários mantinham relação direta com o Estado por meios de contratos de prestação de serviços firmados na gestão do ex-secretário de Estado, César Zílio.

A contratação dessas empresas foi sucedida de emissão de cheques, que foram utilizados para o pagamento do imóvel adquirido por Zílio. A compra do imóvel ocorreu poucos dias após a publicação dos contratos administrativos no Diário Oficial do Estado ou coincidindo com a expedição de empenho pela SAD.

O primeiro foi autorizado pela Justiça na primeira fase da “Operação Sodoma” e indica cobrança de propina para concessão de incentivos fiscais a empresas privadas. O segundo mandado de prisão é decorrência da “Operação Seven” deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) que apura desvio de R$ 7 milhões aos cofres públicos em uma fraude na compra de um terreno público.

A investigação trata de uma fraude na compra de um terreno de R$ 13 milhões em uma ação liderada pelo ex-secretário de Estado de Administração, César Zilio, preso preventivamente pelos agentes da Polícia Civil. O imóvel teria sido adquirido pelo ex-secretário, em nome de terceiros, com dinheiro de empresas que mantinham contratos com o Estado.

No entanto, a juíza Selma Rosane Santos Arruda negou a prisão preventiva alegando que não havia elementos suficientes para decretá-la. “Quanto ao investigado Silval da Cunha Barbosa, por ora não vislumbro suficientes indícios de que tenha participação neste episódio, de modo que entendo incabível o decreto cautelar, ao menos neste momento da investigação, o que poderá ser futuramente revisto, desde que novas provas assim indiquem”, justificou.

A magistrada também negou pedidos de prisão contra o procurador do Estado aposentado, Francisco Gomes de Andrade Lima Filho, o Chico Lima, que já está preso em decorrência da Operação Seven suspeita de participação em uma fraude na compra de um terreno público que deu prejuízo de R$ 7 milhões ao Estado.Um terceiro pedido negado de prisão preventiva envolve o ex-chefe de gabinete de Silval Barbosa, Silvio César Correa de Araujo, que está submetido ao uso de tornozeleira eletrônica, medida cautelar imposta ainda na primeira fase da Operação Sodoma.

EMPRESÁRIOS

Também foi negada a prisão temporária dos empresários Evandro Gustavo Pontes da Silva (proprietário da E. G. P. da Silva – ME / Intergraf Gráfica e Editora), Antônio Roni de Liz (da gráfica De Liz Ltda) e Júlio Minouri Tisujii (da Webtech Softwares e Serviços Ltda). As investigações apontam que  esses empresários mantinham relação direta com o Estado por meios de contratos de prestação de serviços firmados na gestão do ex-secretário de Estado, César Zílio.

A contratação dessas empresas foi sucedida de emissão de cheques, que foram utilizados para o pagamento do imóvel adquirido por Zílio. A compra do imóvel ocorreu poucos dias após a publicação dos contratos administrativos no Diário Oficial do Estado ou coincidindo com a expedição de empenho pela SAD.

 

 

Fonte:folhamax