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SUCESSO

Sucesso das manifestações pressionará instituições brasileiras por mudanças

Marcia Jordan

14/03/2016 às 13:43

Sucesso das manifestações pressionará instituições brasileiras por mudanças

cotacao(95)O Brasil acorda nessa segunda-feira de corpo e alma lavados. Mesmo com a esquerda tentando minimizar o estrago definitivo da imagem e repercussão dentro e fora do país, nada que fizerem será suficiente e esse dia entrará para os livros de história do país: 13 de Março de 2016.

Falar do Brasil nessa segunda-feira de céu azul me deixa sem palavras, mas falarei do nosso vizinho, a Argentina, que viveu períodos de extrema semelhança com o Brasil de hoje. Segue algumas características pré-governo Macri na Argentina: Desemprego em alta; Estado inchado com gasto público elevadíssimo; Déficit em conta chegando a 7% do PIB; Governo intervém e destitui técnicos-chaves no Indec em 2007, órgão oficial de estatística do governo argentino – uma espécie de IBGE; inflação declarada pelo Indec em 15% e calculada por consultoria privada especializada em 27% no ano (divergência); outro dado com referência ao índice que mede a pobreza em 2013 pelo Indec ficou em 4,7%, enquanto que a UCA (Universidade Católica Argentina) mediu em 28%. Apenas uma menção ao processo de intervenção no câmbio na argentina pelo governo Kirchner: dólar some do mercado e diferença entre dólar oficial e paralelo chega a 80% (oficial 9,2 pesos e paralelo 16,5 pesos). O resultado foi óbvio para quando se perde a confiança em alguém, em uma empresa e em um país: investimentos fogem, o desemprego aumenta e a crise econômica se acentua.

Segue abaixo algumas ações do novo presidente da Argentina, Maurício Macri, que tornará mais didático o entendimento da forte recuperação do nosso hermano vizinho:

· Ao assumir Macri demite 18.600 funcionários públicos não concursados (cargos de confiança nomeados por Cristina Kirchner – Brasil tem 100.313 cargos de confiança);

· Demissão de 380 médicos cubanos;

· Anunciou que ele próprio só usará serviço público de saúde;

· Fim ao acordo com o Irã, que previa ao governo argentino menor poder para investigar os atentados a uma associação judia em Buenos Aires em 1994,

· Fortes críticas aos presos políticos na Venezuela;

· Ampliação dos acordos comerciais no Mercosul, Aliança do Pacífico e fim das barreiras comerciais;

· Redução de impostos e incentivo à produção no campo; – resultados: em 3 semanas as receitas aumentaram em 100%;

· Redução da intervenção do governo no câmbio;

· Vendeu os carros oficiais de Cristina Kirchner (modelos Audi A8 que no Brasil custam R$ 750.000 cada) e substituiu por modelos fabricados na Argentina como Citroen C4 Louge de R$ 84.000;

· Colocou à venda os 2 aviões oficiais e só usará avião de carreira como fez para ir ao Forum Mundial de Davos;

· Acabou com todos os subsídios exceto para aqueles que melhoram as condições de vida para a população sob a linha da pobreza.

Para o jornal britânico Financial Times, o rumo definido e as perspectivas de futuro são o suficiente para fazer da Argentina o destaque que antes cabia ao Brasil no continente.

Índice Merval salta dos 5.165 pontos em out/2013 (lançamento da candidatura) para 12.972 pontos, valorização de 151,15%, pós eleições que colocaram Maurício Macri como presidente da Argentina.

Promover mudanças quando se faz necessário, ousadia e principalmente a credibilidade colocam qualquer pessoa, empresa e um país na mira do progresso e desenvolvimento.

Principais Bolsas Mundiais e índices (12:35):

· Dow 30: ………………………………….. -0,08% (em operação)

· Nasdaq: …………………………………. -0,02% (em operação)

· S&P/TSX:………………………………… -0,29% (em operação)

· Ibovespa…………………………………. +0,25% (em operação)

· DAX: ……………………………………… +1,54% (em operação)

· FTSE 100: ………………………………… +0,51% (em operação)

· CAC 40: ………………………………….. +0,26% (em operação)

· Euro Stoxx 50: …………………………. +0,61% (em operação)

· IBEX 35: ………………………………….. +0,50% (em operação)

· FTSE MIB…………………………………. -0,42% (em operação)

· SMI: ………………………………………. +0,10% (em operação)

· Nikkei 225: ……………………………… +1,74%

· CSI 300: ………………………………….. +1,57%

· Hang Seng……………………………….. +1,17%

· KOSPI: ……………………………………. +0,04%

O Ouro após abertura dos mercados asiáticos era cotado a US$ 1.253,90 e ao atingir à máxima de US$ 1.261,80 às 06:45 da manhã, indicava um dia de recuperação e alta, mas perdeu força após as Bolsas mundiais mostrarem otimismo na Europa, onde operam todas em alta. Nesse início de tarde, o ouro é negociado a US$ 1.244,90, registrando baixa de -0,69%. Na Parmetal, na abertura dos negócios, o ouro iniciou cotado a R$ 142,60 o grama para compra e R$ 144,50 para venda, alta de +0,56% com relação ao fechamento de sexta-feira 11/03.

Indicadores – Abertura do Mercado:

· Ouro – NY (Ozt.) …………………………… US$ 1.253,90………………….. -1,27%

· Petróleo (Brent) …………………………… US$ 40,36……………………… +0,07%

· Milho (Ton) …………………………………. US$ 365,88……………………. +0,90%

· Ibovespa (pts.) …………………………….. 49.639,02………………………. +0,13%

· Dólar – US$ ………………………………….. R$ 3,5941………………………. -0,73%

· Euro – € ………………………………………. R$ 4,0064………………………. -1,08%

· Poupança (mês / Acum. 2016) ………… +0,7179% ……………………… +2,6997%

· Inflação – IPCA (mês / 12 meses) …….. +1,27%…………………………. +10,7063%

Observação: o percentual calculado é feito com relação a cotação de abertura do dia anterior.

 

 

Fonte: olhar direto