Mato Grosso, Domingo, 25 de Outubro de 2020
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AUMENTO DOS PREÇOS

Inflação e Cesta de Sinop estão em alta

O resultado nacional continua apontando uma inflação abaixo da meta definida pelo Banco Central.

Da Redação

25/09/2020 às 20:34

 Inflação e Cesta de Sinop estão em alta
rreprodução

A pesquisa dos indicadores econômicos de Sinop realizada pelo CISE - CENTRO DE INFORMAÇÕES SOCIOECONÔMICAS da UNEMAT, com o apoio da CDL, apontou que em agosto a taxa de inflação medida pelo IPC Sinop foi de 0,82%. Com esse resultado, a inflação acumulada em Sinop nos últimos 12 meses alcançou 3,30%. Já no ano de 2020 a inflação acumulada em Sinop está em 1,76%. Comparativamente à economia brasileira, a taxa de inflação em Sinop no mês de agosto seguiu a tendência de alta observada pelo IPCA, que foi divulgado pelo IBGE. O IPCA para o mês de agosto foi de 0,24% para o período. O resultado nacional continua apontando uma inflação abaixo da meta definida pelo Banco Central.  O aumento da inflação neste mês aponta uma aceleração no aumento dos preços devido ao aumento da demanda e a desvalorização cambial.

Este mês, as diferenças mais significativas sobre o índice de preços em Sinop foram decorrentes dos seguintes grupos de consumo: Transporte, com aumento de 0,82%, Alimentação, com aumento de 1,83% e Habitação que teve aumento de 0,95%. O grupo de consumo Vestuário apresentou uma redução de -0,16% e o grupo Educação apresentou uma retração de -0,22%. Já os demais grupos apresentaram variações relativamente pequenas em relação ao mês anterior. 

CESTA BÁSICA

Em agosto, o custo da Cesta Básica em Sinop apresentou uma pequena variação. A cesta básica passou a custar R$ 514,73 no mercado local, o que representa um aumento de 1,67% em relação ao mês anterior. Este mês, foram destaques os aumentos nos preços médios da arroz (14,92%), do óleo (16,84%) e do leite (4,37%). Em contrapartida, ocorreram quedas nos preços médios do batata (-7,96%) e do feijão (-3,74%). Segundo dados do DIEESE, o custo da cesta básica apresentou as seguintes variações: São Paulo (2,90%) e Campo Grande (0,97%).