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READEQUAÇÃO PREDIAL

SES retoma obra paralisada no Hospital Regional de Sinop

Revitalização da unidade hospitalar engloba os ambientes da recepção e atendimento ambulatorial

Da Redação

13/11/2019 às 00:00

SES retoma obra paralisada no Hospital Regional de Sinop
reprodução

Com o objetivo de ampliar o número de leitos e oferecer um serviço de qualidade, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) retomou, no mês de novembro, a obra de readequação predial do Hospital Regional de Sinop. A revitalização, estimada em aproximadamente R$ 1,5 milhão, estava parada desde dezembro de 2018.

A reativação dos procedimentos integra o projeto de modernização dos Hospitais Regionais e das Unidades Especializadas da SES-MT, idealizado e colocado em prática pela atual gestão estadual.

“Essa ação é parte do programa de modernização da infraestrutura da rede hospitalar do Governo do Estado. Estamos fazendo uma grande transformação nas unidades que estão sob a gestão estadual e pretendemos entregar uma rede hospitalar remodelada para a população mato-grossense”, declarou o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Conforme explica o diretor da unidade regional, Jean Alencar, serão revitalizadas a recepção e o consultório de atendimento ambulatorial e construída uma nova estrutura de atendimento de urgência e emergência – o que, segundo ele, vai possibilitar um aumento significativo na oferta dos serviços, visto que o atual espaço é improvisado.

Paralelo a isso, haverá ainda uma melhoria estrutural em áreas mais antigas do hospital, já que a unidade de saúde deixou de receber, nos últimos anos, o trabalho de manutenção preventiva e corretiva. “Dessa forma, vamos ganhar na qualidade e na quantidade dos atendimentos prestados, já que iremos aumentar de 88 para aproximadamente 130 leitos”, informa o diretor.

As melhorias continuam em 2020, com a ampliação do número de especialidades ofertadas no Hospital Regional. Atualmente, a unidade dispõe dos serviços de neurocirurgia, neurologia, ortopedia, cirurgia geral e otorrino, UTI e atendimento de urgência e emergência.

O término da obra está previsto para daqui a quatro meses e os atendimentos não serão paralisados; sendo, em parte, realocados dentro da própria unidade.