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Nilson Leitão pede campanha de sensibilização por doadores de medula óssea no Norte de Mato Grosso

Marcia Jordan

21/10/2016 às 09:40

Nilson Leitão pede campanha de sensibilização por doadores de medula óssea no Norte de Mato Grosso

nilson-leitao(7)Provocado por indicação do vereador sinopense Fernando Assunção (PSDB), o deputado federal Nilson Leitão (PSDB-MT), encaminhou oficio ao diretor geral do Instituto Nacional de Câncer (INCA), Paulo Eduardo Xavier de Mendonça (INCA), pedindo uma campanha de sensibilização para conseguir novos doadores de medula óssea.

A ação deve ser focada em Sinop e Região Norte do estado. “Sabendo da grande dificuldade em encontrar um doador compatível com receptor é que peço imprescindível atenção”, justiçou o parlamentar no documento.

A ideia da campanha é levar informação sobre o transplante de medula óssea e com isso incentivar as pessoas a se cadastrarem no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea – REDOME.

O cadastro foi criado há 23 anos e reúne informações pessoais, resultados de exames e características genéticas dos voluntários dispostos a doar medula para o transplante em pacientes com doenças como leucemia, por exemplo. O banco de dados do REDOME é acessado sempre que um paciente que necessite de transplante não tenha um doador aparentado, ou seja, alguém da família com características compatíveis.

O Brasil possui atualmente 4 milhões de doadores cadastrados. Embora o número pareça grande se comparado ao número de pacientes na fila de espera, os transplantes são demorados por causa da dificuldade em conseguir um doador compatível. A chance de encontrar um irmão idêntico é de 25% e aproximadamente 60% dos pacientes não encontram doador na família, tendo de recorrer aos cadastros.

Para ser doador basta procurar um hemocentro, preencher os documentos e realizar a retirada de 5 a 10 ml de sangue da veia para ser testado e tipificado. Os resultados são confidenciais e serão catalogados no registro de doadores. Em caso de transplante, as despesas são custeadas pelo SUS.

 

 

 

Fonte Assessoria