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TAQUES

Taques diz que povo quer saída de Dilma; Maggi vê impeachment como solução para crise

Marcia Jordan

14/03/2016 às 09:11

Taques diz que povo quer saída de Dilma; Maggi vê impeachment como solução para crise

Presente na manifestação que reuniu cerca de 50 mil pessoas, segundo a organização, na tarde deste domingo em Cuiabá, o governador Pedro Taques (PSDB) afirmou que o dia 13 de março de 2016 entrará para a história do Brasil. Neste domingo, foram realizadas manifestações populares em 17 Estados, pedindo o fim da corrupção e o impeachment da presidente Dilma Roussef (PT).

Taques destacou que as manifestações ocorreram de forma ordeira, onde a população que foi as ruas usufruiu do direito de se manifestar. “Mostra que temos uma cidadania sem violência, sem baderna, uma cidadania consciente. O cidadão ostra que é mais importante que qualquer político”, declarou.

O tucano considerou que os protestos deste domingo devem servir de alerta para a classe política, principalmente para os representantes no Congresso Nacional. “Hoje é um dia histórico para o Brasil, para Mato Grosso e para Cuiabá. Tenho certeza que a democracia vencerá e a vontade do cidadão prevalecerá”, colocou.

Defensor da saída da presidente Dilma, o governador de Mato Grosso refirmou que deseja a mudança de governo do país. Ele considera que a Constituição Federal prevê o instrumento do impeachment e não considera “golpe”, assim como pregam os defensores da atual gestão presidencial. “Desde o início eu tenho defendido o impeachment. Alias, eu fui o primeiro governador a defender”, assinalou.

Outro político de destaque na manifestação foi o senador Blairo Maggi (PR). Antes aliado do Governo Federal,o republicano passou a defender o impeachment como a solução para tirar o Brasil da crise econômica.

“Venho me manifestando na tribuna do Senado e decidi colocar a cara a tapa. As mobilizações populares impulsionam o Congresso Nacional e estou cumprindo minha parte”, disse.

O senador é investigado pelo STF ( Supremo Tribunal Federal) na Operação Ararath, da Polícia Federal, por suspeita de lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro nacional durante o período em que ocupava o Governo de Mato Grosso.

 

 

 

Fonte Folhamax