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TAQUES

Taques venceria eleição em 1º turno

Marcia Jordan

12/09/2014 às 08:46

Taques venceria eleição em 1º turno

O candidato ao governo, senador Pedro Taques (PDT), venceria no primeiro turno se as eleições fossem hoje. Taques segue na liderança da disputa, com 39% das intenções de voto, de acordo com a segunda rodada de pesquisas do Instituto Gazeta Dados.

O estudo, na modalidade estimulada, mostra o adversário Lúdio Cabral (PT), com 20%, seguido do candidato pelo PSD, José Riva, com 10%. José Roberto (Psol) soma 1% e José Marcondes (PHS), o Muvuca, não pontuou. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%.

Votos brancos e/ou nulos contabilizam 10%. Não souberam ou não responderam 20% dos eleitores entrevistados. O pedetista subiu 7 pontos percentuais em cerca de um mês. A primeira pesquisa Gazeta Dados, realizada entre os dias 8 e 10 de agosto deste ano, colocava Taques na liderança com 32%.

O desempenho de Lúdio também avançou nesse período, com crescimento de 6 pontos percentuais, obtendo no estudo anterior 14% das intenções de voto. Seguindo na corrida com uma candidatura sub judice, José Riva perdeu 4 pontos percentuais. O primeiro estudo mostrava o pessedista empatado com o petista, ou seja, ambos com 14%. Nesse campo, Muvuca também perdeu, considerando resultado anterior com soma de 1% da preferência do eleitorado. O candidato do Psol caiu 2 pontos, visto que tinha 3% na pesquisa passada.

Na categoria espontânea, Pedro Taques também lidera, com 21% da preferência do eleitor mato-grossense. Lúdio mantém o posto de segundo colocado, com 10%. Riva segue na terceira posição com 6%. Nessa modalidade, outros contabilizaram 1%. Votos nulos e/ou brancos são 6% e não responderam ou não souberam 56% dos entrevistados. O cenário comparativo entre as pesquisas mostra que os três principais candidatos, Taques, Lúdio e Riva, cresceram na espontânea. No primeiro estudo, o pedetista obteve 11% nessa modalidade; sendo que o petista e o pessedista empataram, com 4% cada.

Segundo turno – Pedro Taques venceria Lúdio Cabral, com 42% contra 23%, se o pleito geral deste ano fosse decidido num eventual segundo turno. Nesse quadro, na modalidade estimulada, somaram 9% votos brancos e/ou nulos e 26% não responderam ou não souberam. Na primeira pesquisa, nessa ordem, Taques somou 38% e Lúdio 19%.

Um segundo turno com Riva daria a Lúdio a vitória na corrida ao governo, com 34% da preferência do eleitor. O pessedista teria 15%. Votos nulos e /ou brancos somam 18% e 33% preferiram não responder ou não souberam. O desempenho do candidato do PT melhorou, considerando ter ele na primeira pesquisa contabilizado 30% e Riva 21%.

Taques também venceria Riva se ambos disputassem o segundo turno, seguindo na frente com 46%, contra 12%. 13% foi a soma dos votos brancos e/ou nulos e 29% não souberam ou não responderam. O pedetista ampliou sua margem de possível vitória, considerando ter ele 40% no primeiro estudo Gazeta Dados e Riva 19% naquele período.

Confirmação – Na tabela estimulada, 27% dos eleitores entrevistados confirmaram seu voto para o candidato Pedro Taques. Eram 37% na pesquisa de agosto. No atual cenário, Riva soma 6% e Lúdio 8%. Ambos perderam campo, já que o pessedista contabilizou no estudo anterior 16% e o petista 10%. 
José Roberto e Muvuca não pontuaram, sendo que no primeiro estudo tiveram 1%. Não souberam ou não responderam 42%. Votos brancos e/ou nulos somam 17%.

Rejeição – José Riva soma 27% da rejeição do eleitor, seguido por Muvuca com 10%. Taques e Lúdio empatam com 6% cada e José Roberto soma 2%. Preferiram não responder ou não souberam 39% e 10% declararam não rejeitar nenhum. Riva melhorou seu desempenho junto ao eleitor no comparativo de estudos, sendo que no primeiro estudo sua rejeição era de 28%.

Muvuca e Taques mantiveram o mesmo percentual de rejeição, com respectivos 10% e 6% conferidos anteriormente. Lúdio aumentou em um ponto percentual sua negativa junto ao eleitor, já que na primeira pesquisa obteve 5% de rejeição. O candidato do Psol somou 3% no estudo passado

 

Fonte GD